Em Nomadland, a personagem de Frances McDormand embarca em uma viagem rumo ao sul, aprendendo várias lições na estrada com nômades veteranos.
Tag: Crítica de Cinema
Legalmente Loira: as qualidades que tornam este filme surpreendentemente feminista
Legalmente Loira traz lições bastante valiosas sobre como podemos nos livrar de vários preconceitos sobre o estereótipo da feminilidade padrão.
Meninas Malvadas: o que o filme nos conta sobre a cultura do abuso
Meninas Malvadas trata a misoginia como algo inventado pelas próprias mulheres, sem investigar como a sociedade as molda para agirem assim.
Doce Entardecer na Toscana: a imigração na Itália
“Doce Entardecer na Toscana” joga um olhar sobre a situação dos imigrantes na Itália e o ressurgimento do nacionalismo e xenofobia.
Fim de Festa: o carnaval como símbolo da polarização
O diretor Hilton Lacerda escolhe a festa de carnaval como tema para seu novo filme. “Fim de Festa retrata o momento político da polarização no Brasil.
Maria e João: a ressignificação de um conto de fadas dark
Adaptação cinematográfica “Maria e João” adiciona elementos de confrontamento social e empoderamento feminino, infelizmente, de forma mal-executada e rasa.
“A Barca”, inspirado em conto de Lygia Fagundes Telles, reflete a fantasmagoria da solidão (23ª Mostra de Tiradentes)
“A Barca” é um exercício estilístico que, ao transitar entre o melodrama e o terror, consegue captar a essência do conto de Lygia Fagundes Telles com maestria.
“Rosário” aborda o papel da testemunha na violência de gênero (23ª Mostra de Tiradentes)
“Rosário”, curta de Juliana Soares e Igor Travassos, pretende retratar a violência física e simbólica vivenciada por mulheres a partir do retrato cotidiano.
“Até o fim” propõe o diálogo em tempos de ódio (23ª Mostra de Tiradentes)
Toda família é um grande caldeirão prestes a explodir. Em “Até o fim”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, um passado familiar enevoado está prestes a emergir.
Um dia com Jerusa: reconfigurando a memória ancestral (23ª Mostra de Tiradentes)
“Um dia com Jerusa”, de Viviane Ferreira, é o primeiro longa-metragem brasileiro de ficção com uma equipe majoritariamente formada por mulheres negras.



