Por que homens ainda se preocupam tanto com os papéis sociais femininos e os imaginam regulados pelas tecnologias no futuro?
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The Forty-Year-Old Version: uma mulher negra protagonista de si
Reivindicar protagonismo na própria existência é rotina constante para mulheres racializadas. Radha Blank elabora uma crítica ousada sobre essa busca de si.
Antonia – Uma Sinfonia: biografia de uma das primeiras maestrinas da história
Imigrante holandesa, Antonia Brico foi uma das primeiras mulheres a reger uma orquestra erudita no mundo.
Silvana Jeha: “lutamos para construir a história da mulher com menos registro que os homens têm”
A historiadora Silvana Jeha fez uma pesquisa profunda sobre a tatuagem no Brasil e levanta questões como racismo e feminismo, em suas discussões e obras.
Mulheres nos Quadrinhos: Ju Loyola
Ju Loyola é uma referência para a cultura quadrinística feminina e, ao mesmo tempo, uma representante da criatividade da comunidade surda brasileira.
Garota Infernal: amizades problemáticas e possessões demoníacas
“Garota Infernal” (“Jennifer’s Body“), da Fox, é um filme de 2009 dirigido por Karyn Kusama, escrito por Diablo Cody e protagonizado por Amanda Seyfried e
“A Fazenda Africana” e o perigo da narrativa única
Curiosamente, ao iniciarmos a leitura de “A Fazenda Africana”, da escritora dinamarquesa Karen Blixen, não esperávamos o desconforto tão grande com a visão colonial do
Legalidade: a história se repete e a resistência persiste!
Se quisermos entender nosso momento atual, devemos olhar para trás e buscar conhecimento e esclarecimento sobre quem são e quais os interesses que mobilizam uma minoria de pessoas que, através do medo, controlam toda uma sociedade. Apoiar o cinema (nacional) também é uma forma de luta e de defesa da LEGALIDADE!
Trilogia do Antes: uma carta de Linklater ao amor e intimidade
Ethan Hawke e Julie Delpy, na Trilogia do Antes, parecem absortos em algum universo entre este mundo e o outro, onde apenas eles existem.
Kate Bush: transgredindo o cenário musical há 40 anos
“Queria ser uma garotinha novamente, meio selvagem, forte e livre”. A citação de Emily Brontë encaixa bem para o que Kate Bush representa.
