Em “Holocausto Brasileiro”, Daniela Arbex retrata de maneira crua e direta uma das maiores barbáries da história brasileira.
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6 mulheres quadrinistas que mudaram o cenário das HQs em 2019
Nesse texto, mostramos o trabalho de 6 mulheres de diferentes países que vêm fazendo a diferença e marcando o espaço da mulher na história dos quadrinhos.
A Vida Invisível: como o patriarcado destrói a vida das mulheres
Ao fazer um retrato realista do machismo, “A Vida Invisível” vai na direção certa e mostra como não existe felicidade para as mulheres no patriarcado.
Legalidade: a história se repete e a resistência persiste!
Se quisermos entender nosso momento atual, devemos olhar para trás e buscar conhecimento e esclarecimento sobre quem são e quais os interesses que mobilizam uma minoria de pessoas que, através do medo, controlam toda uma sociedade. Apoiar o cinema (nacional) também é uma forma de luta e de defesa da LEGALIDADE!
Diário de Bitita: a infância de Carolina de Jesus em um Brasil pós-abolição
“Diário de Bitita” trata da infância, adolescência e início da vida adulta de Carolina Maria de Jesus, autora de “Quarto de Despejo”
Bacurau: o Brasil invisível mostra sua resistência!
Imaginar como seria resistir, como os habitantes de Bacurau, talvez seja uma das coisas que mais precisamos nesses tempos sombrios.
Mulheres nos Quadrinhos: Nair de Teffé
Bela, pioneira e do bar, Nair de Teffé, nascida na Petrópolis de 1886, transgrediu normas muito além dos lápis e pincéis e fez história!
Sintonia: Primeiras Impressões da nova série brasileira da Netflix
Sintonia, a nova série brasileira da Netflix, se destaca por retratar as realidades das periferias paulistanas, pouco representadas no meio ficcional.
Divino Amor: bela fotografia e quebra de tabu, mas narrativa lenta
A produção brasileira “Divino Amor” contém uma representação da nudez sem tabus, mas peca em seu desenvolvimento narrativo.
Coisa Mais Linda: clichês, superficialidades e frases de efeito
A nova série da Netflix “Coisa Mais Linda” nos mostra que aliar discurso liberal com o racismo à brasileira não cria nada novo.
