Nesse mangá, escrito e desenhado pelo multiartista Takashi Murakami, várias histórias se entrelaçam com uma coisa em comum: cachorros – e o aparente objetivo de
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Demônio de Neon: a nocividade dos padrões estéticos e o terror no mundo da moda
O terror em “Demônio de Neon” serve como mecanismo para demonstrar que o mercado destrói e mata muitas mulheres que buscam o padrão de beleza.
Labirinto – A Magia do Tempo: amadurecimento e empoderamento de uma adolescente através da fantasia
“Labirinto – A Magia do Tempo” é um musical de 1986, dirigido por Jim Henson (Muppets), que embora não tenha atingido o retorno de bilheteria
[CINEMA] “A Mentira”: uma reflexão sobre a liberdade sexual feminina
O filme “A Mentira” (2010) é uma comédia adolescente dirigida por Will Cluck e estrelada por Emma Stone. É baseada no livro “A Letra Escarlate”
“A Pele que Habito” e a misoginia disfarçada em um médico louco
O filme “A Pele que Habito”, de 2011, é dirigido pelo espanhol Pedro Almodóvar e baseado no livro “Tarântula”, do escritor francês Thierry Jonquet. Na
Penelope: a princesa com nariz de porco que desconstrói um conto de fadas
“Penelope” não é um conto de fadas sobre como o amor vence tudo. Ainda que tenha um pouco de romance, este nunca foi o foco. Penelope é a heroína de sua história, na qual os príncipes exercem papéis ora secundários, ora de vilões. “Penelope” fala sobre a desconstrução dos ideais absorvidos e sobre a libertação de regras opressivas estabelecidas pela sociedade. É uma obra inocente e poderosa sobre aceitação e empoderamento.
“Café Society”, de Woody Allen e a perda de uma chance
Café Society (2016), nova obra de Woody Allen, foi o filme de abertura do Festival de Cannes desse ano. Toda pompa e glória para a recepção
“Nise: o Coração da Loucura” e a eterna condição do outro
“Meu instrumento é o pincel, o seu é o picador de gelo” Lançado em 2015 o filme “Nise: O Coração da Loucura” nos leva a
4 meses, 3 semanas e 2 dias e os direitos sobre nossos corpos
4 meses, 3 semanas e 2 dias é um filme belga, dirigido por Cristian Mungiu, lançado em 2007 e vencedor do prêmio “Palma de Ouro”
Mãe Só Há Uma: Anna Muylaert e seu cinema não-binário
“Mãe Só Há Uma” é um filme sobre identidade, sobre gênero, sobre reconstrução de vida, sobre desconstrução de si mesmo, sobre reencontrar-se no mundo.

