Uma Dobra no Tempo é um livro de 1962, escrito por Madeleine L’engle e que foi adaptado para o cinema por Ava DuVernay. A obra uma história de fantasia com mensagens importantes sobre fé, família e amor.
Categoria: LITERATURA
[LIVROS] Jarid Arraes e Lizandra Magon lançam o selo “Ferina”: Palavras são garras!
No último dia 16 de abril tivemos a honra de participar do lançamento surpresa do novo selo da Pólen Livros, o Ferina, criado pela escritora
Viva a Vagina: rompendo com os tabus do corpo feminino
Com o intuito de desmistificar o corpo feminino e conscientizar as mulheres acerca de seus corpos, Nina Broochmann e Ellen Støkken Dahl, estudantes de medicina
Maus: a vida de quem sobreviveu ao holocausto e tudo que vem depois
Maus é uma premiada graphic novel cuja história fala muito sensivelmente sobre o holocausto, mas trata também de temas como depressão, racismo, xenofobia, empatia, e a dor de sobreviver, quando alguém querido não conseguiu fazê-lo.
Histórias de Mistério: a “Twilight Zone” feminina e brasileira de Lygia Fagundes Telles
Em Histórias de Mistério, o fantástico e o real se misturam nos acontecimentos. Lygia Fagundes cria mulheres que desafiam as estruturas de poder ao mesmo tempo que refletem sobre sua participação no jogo social.
Porque Outlander é um romance feminista
Baseada na série bestseller de romances históricos de Diana Gabaldon, Outlander segue as aventuras da viajante no tempo Claire Randall. Claire (Caitriona Balfe) é uma
Herland – A Terra das Mulheres: o matriarcado na obra de Charlotte Perkins Gilman
Charlotte Perkins delimitou o que seria o mundo perfeito para as mulheres em A Terra das Mulheres, a história de uma sociedade matriarcal e autossuficiente.
[LIVROS] A Guerra Que Me Ensinou a Viver: Superação e sororidade em uma tocante história (resenha)
A Guerra que me ensinou a viver é a continuação de A Guerra que salvou minha vida (escrevemos sobre ele AQUI – sugerimos a leitura
O horror contemporâneo de Liudmila Petruchévskaia e Mariana Enriquez
O horror é um gênero muitas vezes machista, porém as coisas têm mudado. Mulheres têm feito cada vez mais histórias de horror com alta qualidade. Se Petruchévskaia utiliza do insólito e dos contos de fadas, Enriquez é mais objetiva com seus contos assustadores.
[LIVROS] Em seu livro, Djamila Ribeiro nos mostra a importância do nosso “lugar de fala”
Em tempos de feminismo e militâncias virtuais, a expressão “lugar de fala“ já foi usada para calar ou legitimar a fala de alguém, principalmente quando
