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Autor: Camille Legrand

Foi você “Quem matou o Caixeta?”
QUADRINHOS

Foi você “Quem matou o Caixeta?”

11 de outubro de 20188 de outubro de 2019 Camille Legrand

Ao mesmo tempo que a leitura de Quem matou o Caixeta? nos parece extremamente essencial, a mensagem do quadrinho – principalmente após os resultados parciais ou

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ataque virtual, Avec Editora, bons costumes, Ditadura, gordofobia, machismo, masculinidade tóxica, minorias, ódio, politicamente incorreto, Quadrinhos, Quem matou o Caixeta?, racismo, Rainer Petter, resenha, sociedade brasileira, supremacia branca, youtuber
Perdidas no mundo de “Justiça Ancilar”
LITERATURA LEIA MULHERES

Perdidas no mundo de “Justiça Ancilar”

5 de outubro de 20188 de outubro de 2019 Camille Legrand

É curioso. Logo no início da leitura de Justiça Ancilar temos a intuição que a história será diferente de qualquer coisa que já tenhamos lido,

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Ann Leckie, Arthur C. Clarke, Autora Feminina, autoras de ficção científica, Diversidade, editora aleph, ficção científica, Justiça Ancilar, Literatura de autoria feminina, Locus, mulher na literatura, Nebula, Radch, representação feminina, sci-fi, Space Opera, Trilogia Império Radch
A proeza humana de “Shingeki no Kyojin”
MANGÁS/ANIMES

A proeza humana de “Shingeki no Kyojin”

27 de julho de 201822 de fevereiro de 2021 Camille Legrand

Um dos animes e mangás mais populares dos últimos anos, tendo conquistado diversos apreciadores da arte japonesa ao redor do globo, chegou nesse último sábado

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anime, Attack on Titan, Hajime Isayama, Manga, personagens femininas, representação feminina, Shingeki no Kyojin, Tetsura Araki, titãs, Wit Studio
A bruxaria feminista de “Mary to Majo no Hana” e a estreia do Studio Ponoc
MANGÁS/ANIMES CINEMA

A bruxaria feminista de “Mary to Majo no Hana” e a estreia do Studio Ponoc

5 de julho de 201813 de agosto de 2019 Camille Legrand

A primeira animação do Studio Ponoc (fundado em 2015, pelo cineasta Yoshiaki Nishimura, que já trabalhou no Studio Ghibli) nos leva ao universo fantástico das

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amizade feminina, animação, anime, autodescobrimento, aventura, bruxaria, bruxas, coming of age, crescimento, discriminação, Feminismo, Ghibli, Mary to Majo no Hana, Oscar, personagens femininas, protagonismo feminino, protagonista feminina, representação feminina, sororidade, Studio Ghibli, Studio Ponoc, woman friendly, Yoshiaki Nishimura
A assustadora psicologia de Shirley Jackson em “A Assombração da Casa da Colina”
LITERATURA LEIA MULHERES

A assustadora psicologia de Shirley Jackson em “A Assombração da Casa da Colina”

29 de junho de 20182 de fevereiro de 2022 Camille Legrand

Considerada uma das melhores histórias de terror do século XX, “A Assombração da Casa da Colina” foi relançada pela Suma de Letras.

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A assombração da casa da colina, adaptação, assombração, autoras de terror, escritoras, Leia Mulheres, literatura, livro, Netflix, personagens femininas, psicologia, representação feminina, Shirley Jackson, suma de letras, terror, terror psicológico
Dear White People – 2ª temporada: os pontos negativos no ativismo de minorias
SÉRIES

Dear White People – 2ª temporada: os pontos negativos no ativismo de minorias

16 de maio de 201814 de novembro de 2022 Camille Legrand

Estreou, finalmente, a 2ª temporada da série Dear White People (ou Cara Gente Branca, em português) e não poderíamos ter começado a assistir a série

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aborto, anti-negritude, apropriação cultural, asiáticos, blerd, Cara Gente Branca, colonialismo, Colorismo, Dear White People, dominação branca, homofobia, homossexualidade, hotep, igualdade racial, liberdade de expressão, militância, misoginia, negritude, Netflix, orientação sexual, preconceito racial, questões de gênero, questões de raça, questões raciais, racismo, racismo institucional, resenha, transfobia
Toji No Miko: sacerdotisas lutadoras, poder feminino e sororidade!
MANGÁS/ANIMES

Toji No Miko: sacerdotisas lutadoras, poder feminino e sororidade!

7 de maio de 201816 de setembro de 2020 Camille Legrand

Um bom exemplo de acerto da temporada de animes do inverno japonês foi Toji no Miko (ou Katana Maidens: Toji no Miko), tendo sido divulgado

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ação, anime, fantasia, Katana Maidens, luta, protagonismo feminino, representação feminina, sacerdotisas, Toji no Miko
[LIVROS] Por que “Sonata em Auschwitz” é mais necessário do que nunca?
LITERATURA LEIA MULHERES

[LIVROS] Por que “Sonata em Auschwitz” é mais necessário do que nunca?

30 de abril de 201827 de janeiro de 2019 Camille Legrand

No início da leitura de Uma Sonata em Auschwitz, o mundo era de determinada maneira. Era um mundo em que o holocausto era um fantasma

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Auschwitz, Editora Record, Holocausto, literatura, livro, Luize Valente, representação feminina, resenha, Sonata em Auschwitz
The Breadwinner: a (pseudo) narrativa feminina em meio a guerra
CINEMA

The Breadwinner: a (pseudo) narrativa feminina em meio a guerra

24 de abril de 20187 de fevereiro de 2023 Camille Legrand

Em meio ao monopólio Disney-Pixar, que lança animações que ouvimos falar como grande público, encontramos o drama animado e indicado ao Oscar de Melhor Animação

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desenho, feminismo oriental, guerra, Melhor Animação, narrativa feminina, oriente médio, Oscar 2017, Talibã, The Breadwinner
[CINEMA] Por que “Pantera Negra” é muito mais que um simples blockbuster?
CINEMA

[CINEMA] Por que “Pantera Negra” é muito mais que um simples blockbuster?

5 de março de 20185 de março de 2018 Camille Legrand

Sobre fevereiro: o mês que antes se dividia entre a semana do Carnaval (no Brasil) e o Dia dos Namorados (nos Estados Unidos e alguns

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Black Panther, Dora Milaje, Erik Killmonger, feminismo interseccional, Feminismo negro, Hannah Beachler, Marvel, MCU, Pantera Negra, política, representatividade, Ruth E. Carter, T'Challa

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