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Tag: marxismo

Triângulo da Tristeza: mais um filme sobre gente rica (será?)
CINEMA CULTURA

Triângulo da Tristeza: mais um filme sobre gente rica (será?)

22 de fevereiro de 202323 de fevereiro de 2023 Elisa Silveira

Triângulo da Tristeza consegue reunir o melhor das obras sobre ricos: com ironia e genialidade, o filme é uma das grandes pérolas de 2022. 

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Mulheres nos Quadrinhos: Marjane Satrapi
QUADRINHOS

Mulheres nos Quadrinhos: Marjane Satrapi

17 de maio de 20192 de setembro de 2019 Fernanda Coutinho

Seja nos livros, nas HQs ou no cinema, o talento de Marjane Satrapi é único. Saiba mais sobre a autora, primeira mulher iraniana a escrever quadrinhos.

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Watchmen: misoginia no heroísmo, mulheres fortes e ilustração chamativa
QUADRINHOS CULTURA

Watchmen: misoginia no heroísmo, mulheres fortes e ilustração chamativa

25 de abril de 201919 de setembro de 2023 Clara Gianni

Alan Moore se mostra, novamente, competente no roteiro da produção e critica a representação da heroína num universo misógino em “Watchmen”

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Rosa Luxemburgo – Pensamento e Ação : uma vida que não cabe em livros
LITERATURA

Rosa Luxemburgo – Pensamento e Ação : uma vida que não cabe em livros

10 de abril de 20192 de setembro de 2019 Ariana Amara

A editora Boitempo e as edições Iskra lançam tradução em português inédita da biografia da grande revolucionária polonesa-alemã.

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[LIVROS] Mulheres, Raça e Classe: O que feministas brancas podem aprender com Angela Davis
LITERATURA LEIA MULHERES

[LIVROS] Mulheres, Raça e Classe: O que feministas brancas podem aprender com Angela Davis

3 de abril de 201722 de fevereiro de 2019 Letícia Graton

Publicado originalmente em 1981, Mulheres, Raça e Classe é uma obra clássica da filósofa americana Angela Davis que foi lançada em 2016 aqui no Brasil. Nela,

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Como o feminismo se tornou servo do capitalismo – e como reconquistá-lo
LITERATURA FEMINISMO

Como o feminismo se tornou servo do capitalismo – e como reconquistá-lo

16 de março de 20179 de novembro de 2020 Isabelle Simões

Por Nancy Fraser* Como feminista, eu sempre pensei que ao lutar pela emancipação das mulheres eu estava construindo um mundo melhor – mais igualitário, justo

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