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Tag: protagonismo negro

[LIVRO] “Eu Sei Porque O Pássaro Canta na Gaiola” é uma das primeiras autobiografias escritas por uma mulher negra
LITERATURA LEIA MULHERES

[LIVRO] “Eu Sei Porque O Pássaro Canta na Gaiola” é uma das primeiras autobiografias escritas por uma mulher negra

27 de fevereiro de 201927 de fevereiro de 2019 Tânia Seles

“Eu Sei Porque O Pássaro Canta na Gaiola” é o primeiro livro de uma série de autobiografias da escritora, atriz, cantora e poetisa Maya Angelou,

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Autobiografia, autoras, autoras negras, Eu Sei Porque O Pássaro Canta na Gaiola, Leia Mulheres, livro, Maya Angelou, mulheres reais, protagonismo negro, resenha
Mulheres nos Quadrinhos: Roxane Gay
QUADRINHOS

Mulheres nos Quadrinhos: Roxane Gay

26 de fevereiro de 201920 de novembro de 2019 Fernanda Coutinho

A escritora e feminista Roxane Gay não começou sua carreira escrevendo para quadrinhos. Na verdade, numa entrevista para o The New York Times, ela disse

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Oscar 2019: como mudar uma estrutura de poder?
CINEMA

Oscar 2019: como mudar uma estrutura de poder?

25 de fevereiro de 201926 de abril de 2021 Jessica Bandeira

Como mudar uma estrutura de poder criada para que a classe artística se matasse por prêmios, elevasse seu ego e simplesmente esquecesse a ideia de

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“Y – O Último Homem” e a praga do binarismo de gênero
QUADRINHOS

“Y – O Último Homem” e a praga do binarismo de gênero

18 de fevereiro de 201926 de julho de 2019 Delirium Nerd

No mundo pós-apocalíptico da HQ, não se trata de ocupar o lugar do masculino, mas de ressignificar o que é o feminino e o que é o masculino em sua essência.

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[DELIRIUM NEWS] MASP recebe vídeo da cineasta Jenn Nkiru sobre experiência negra
DELIRIUM NEWS

[DELIRIUM NEWS] MASP recebe vídeo da cineasta Jenn Nkiru sobre experiência negra

6 de fevereiro de 20196 de fevereiro de 2019 Isabelle Simões

A obra é uma colagem de trechos de vídeos de vários autores e épocas, sobre a experiência negra no mundo – e a necessidade de discuti-la e reinventá-la.

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“Insecure” e as vivências das mulheres negras de trinta e poucos anos
SÉRIES

“Insecure” e as vivências das mulheres negras de trinta e poucos anos

17 de setembro de 201830 de julho de 2019 Tânia Seles

Insecure é uma série da HBO que estreou, sem muito alarde, em 2016, mas que já entrou no hall das melhores produções da emissora. Criada

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A Parábola do Semeador: nem todas as distopias são iguais
LITERATURA LEIA MULHERES

A Parábola do Semeador: nem todas as distopias são iguais

9 de julho de 20184 de fevereiro de 2020 Isabelle Simões

Além da genialidade de sua escrita, Octavia Butler reivindicou o espaço de mulheres negras no protagonismo da ficção científica.

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“Queen Sugar” e a necessária representação negra na TV
SÉRIES

“Queen Sugar” e a necessária representação negra na TV

4 de junho de 201820 de julho de 2019 Tânia Seles

A série Queen Sugar estreou em 2016, no canal OWN (Oprah Winfrey Network). Dirigida e produzida por ninguém menos que Ava Duvernay (Uma Dobra no Tempo),

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Eu Não Sou uma Feiticeira: bruxaria sob um olhar africano
CINEMA

Eu Não Sou uma Feiticeira: bruxaria sob um olhar africano

16 de abril de 201826 de outubro de 2021 Monique Costa

Todas nós estamos familiarizadas com o conceito de bruxa, expostos nos filmes americanos e europeus que assistimos. Seja drama, comédia ou terror, sempre temos a

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[LIVROS] Guanabara Real – A Alcova da Morte: Uma ode à humanidade das minorias (Resenha)
LITERATURA

[LIVROS] Guanabara Real – A Alcova da Morte: Uma ode à humanidade das minorias (Resenha)

18 de abril de 201715 de agosto de 2018 Camille Legrand

É sempre animador ler livros nacionais que exploram temas distintos do DNA nacional de crônica-romance e adentram em territórios dominados pela literatura estrangeira, como mistério.

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A.Z. Cordenonsi, Agatha Christie, Arthur C. Clarke, Avec, Avec Editora, Dan Brown, Diversidade, Enéias Tavares, Firmino Boaventura, H.P Lovecraft, indígena, Júlio Verne, Literatura Brasileira, Literatura de autoria feminina, literatura detetivesca, literatura nacional, Madame Leocádia, Maria Tereza Floresta, mistério, Nikelen Witter, protagonismo feminino, protagonismo indígena, protagonismo negro, Remy Rudá, Rio de Janeiro, steampunk, stephen king, suspense

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