Falar sobre Sophia de Mello Breyner Andersen é evocar o mar em suas tantas formas e metáforas. Em Coral e Outros Poemas, a autora ramifica
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Meus Queridos Estranhos: um romance sobre a solidão materna e a impossibilidade de comunicação entre mulheres
Quantas mulheres não se encontram com o completo vazio quando o ideal do casamento acaba? São esses não-lugares de uma mulher sem um homem que Livia Garcia-Roza explora em seu romance “Meus Queridos Estranhos”.
[LIVROS] A Heroína da Alvorada: A conclusão de uma saga protagonizada por mulheres (resenha)
Esperar por uma série é sempre complicado para os fãs. Não é sequer um problema de tempo de espera. Neste caso, as publicações não fugiram
Interferências: uma ficção científica sobre o excesso de comunicação
Em “Interferências” Connie Willis faz uma incrível conexão entre tecnologia e relacionamentos, unindo romance, comédia e ficção científica. E mostra que mulheres não só podem escrever qualquer gênero, como já estão escrevendo. Só merecem mais reconhecimento do que o que recebem.
Maus: a vida de quem sobreviveu ao holocausto e tudo que vem depois
Maus é uma premiada graphic novel cuja história fala muito sensivelmente sobre o holocausto, mas trata também de temas como depressão, racismo, xenofobia, empatia, e a dor de sobreviver, quando alguém querido não conseguiu fazê-lo.
Histórias de Mistério: a “Twilight Zone” feminina e brasileira de Lygia Fagundes Telles
Em Histórias de Mistério, o fantástico e o real se misturam nos acontecimentos. Lygia Fagundes cria mulheres que desafiam as estruturas de poder ao mesmo tempo que refletem sobre sua participação no jogo social.
O horror contemporâneo de Liudmila Petruchévskaia e Mariana Enriquez
O horror é um gênero muitas vezes machista, porém as coisas têm mudado. Mulheres têm feito cada vez mais histórias de horror com alta qualidade. Se Petruchévskaia utiliza do insólito e dos contos de fadas, Enriquez é mais objetiva com seus contos assustadores.
A guerra não tem rosto de mulher: o campo de batalha constante das mulheres
Conhecemos a guerra através da narrativa de homens. Mas sabemos que a experiência de homens e mulheres é construída de forma diferente. Svetlana Aleksiévitch trouxe uma obra monumental, que rompe com o silenciamento das violências que as mulheres sofreram na guerra por serem mulheres.
Persépolis: a história de um Irã muito mais próximo do que imaginávamos
Marjane Satrapi, a autora e também protagonista da história incrível de “Persépolis“, nasceu em Rasht, no Irã, em 1969, e atualmente vive em Paris. Com
Carmen: a desmistificação de um dos grandes nomes da música brasileira
Tire da sua mente a imagem da dançarina com frutas na cabeça, pois a biografia mostra que Carmen foi muito mais que isso.
