Além da genialidade de sua escrita, Octavia Butler reivindicou o espaço de mulheres negras no protagonismo da ficção científica.
Tag: mulheres negras
Kindred – Laços de sangue: nem todas as viagens no tempo são iguais
— “Se você pudesse voltar no tempo, para onde iria?” A resposta a essa pergunta, que praticamente toda e qualquer pessoa já ouviu pelo menos uma
[LIVROS] Sem gentileza: Futhi Ntshingila é a guardiã da memória das mulheres sul-africanas
Quando se menciona a tradição literária da África do Sul é comum que leitores e leitoras pensem imediatamente em dois grandes figurões das letras daquele
[MÚSICA] 50 canções para conhecer As Mulheres Negras no Rock! (playlist)
Em nosso especial sobre Mulheres Negras no Rock conhecemos as mais variadas artistas do gênero e resgatamos a história de mulheres que foram fundamentais para
Mulheres Negras no Rock: Brittany Howard e os novos nomes
Falaremos de dez nomes que surgiram na década de 2010, alguns muito conhecidos, como Brittany Howard do AlaFbama Shakes, outros nem tanto, como Madame So.
Mulheres Negras no Rock: Tamar-Kali e a Renovação dos Anos 2000
No início dos anos 2000, o rock perdeu espaço para a música pop, hip hop, música eletrônica e outros ritmos, mas não significa que o
Mulheres Negras no Rock: de Lisa Fischer ao Rock Alternativo dos Anos 90
A década de 1990 talvez tenha sido a última grande década para o rock, que foi perdendo espaço nas décadas seguintes para o pop, música
Mulheres Negras no Rock: Betty Davis, Trio Labelle, Joyce Kennedy e os Anos 70
Nos anos 1960, o Rock se estabeleceu como um dos ritmos principais da época e acabou se ramificando nos mais variados estilos, como o glam
Mulheres na história da fotografia documental: Zanele Muholi
Continuando a lista de fotógrafas documentais, previamente iniciada com a apresentação de uma das mais conhecidas e imortalizadas profissionais do gênero, Dorothea Lange, introduziremos então
[LIVROS] Jarid Arraes: A heroína negra da literatura
Estamos em um momento da história em que a palavra representatividade começa a ganhar um significado simbólico revolucionário. Queremos nos ver representadas e questionamos o status
