“Noiva em Fuga” retrata o autoconhecimento da mulher em entender que precisa se sentir realizada com ela mesma e não exclusivamente em um relacionamento.
Tag: mulheres
A Garota que Conquistou o Tempo: força e responsabilidade na juventude
O anime “A Garota que Conquistou o Tempo”, de 2006, é, sem dúvida, uma gema que chega tardiamente na Netflix e que deve ser relembrada e celebrada.
Os diversos olhares e a importância de ler mais autoras negras
“Olhos que Condenam” ou “Olhos D’água”? Este texto busca trazer uma reflexão sobre a importância de conhecermos mais autoras negras.
The Act: abuso físico e mental e um homicídio reativo
Com extrema tensão e baseada em fatos reais, “The Act” causa desconforto por apresentar relação doentia entre mãe e filha e consequências dos atos.
“Elisa e Marcela” e o amor entre mulheres no século 19
Elisa e Marcela entrega nas mãos de Isabel Coixet a árdua tarefa de reconstruir um registro histórico de recusa à inexistência e à invisibilidade.
Histórias Assustadoras para Contar no Escuro: cuidado com o que você conta!
Uma das grandes mensagens desta adaptação é que você precisa tomar muito cuidado com as histórias que conta. Elas podem curar, mas também podem machucar.
Mulheres nos Quadrinhos: Gio Guimarães
Conversamos com a artista Gio Guimarães, onde ela comentou sua relação com quadrinhos e processo criativo, trouxe dicas para driblar a falta de ideais e ensinou como fazer um financiamento coletivo!
CRÍTICA | The Handmaid’s Tale – 3ª temporada: Liars, Sacrifice e Mayday (season finale)
O final de “The Handmaid’s Tale” é bom e empolga, mas levanta questionamentos sem a devida análise e parece mais como um rompimento.
Gentleman Jack: as pálidas cores sobre uma lésbica futurista
Baseada na personagem histórica Anne Lister, “Gentleman Jack” aborda a “lésbica moderna” e tropeça na tentativa de fugir dos estereótipos das tramas LGBTQ+.
“Aurora nas Sombras” é uma fábula sobre o pesadelo do amadurecimento
“Aurora nas Sombras” é uma fábula bela e bizarra sobre o fim da infância e o amadurecimento. Há uma mistura do universo onírico de “Alice no País das Maravilhas” com o nonsense dos filmes de David Lynch.
