Reivindicar protagonismo na própria existência é rotina constante para mulheres racializadas. Radha Blank elabora uma crítica ousada sobre essa busca de si.
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A imagem da bruxa ao longo do cinema
Ao longo dos anos, o cinema reforçou a representação da bruxa associada à figura da mulher. Porém, essa imagem vem sendo contestada.
“Bom dia, Verônica” e a misoginia estrutural brasileira
No dia primeiro de outubro a Netflix disponibilizou os oito episódios da série de suspense policial: Bom dia, Verônica. Com roteiro adaptado do livro de
Uma discussão sobre rivalidade feminina no rock dos anos 2000 e responsabilidades nos dias atuais
As cantoras comentadas aqui amadureceram muito desde a época das composições que fomentavam essa rivalidade. Nossas antigas modelos mudaram e abriram suas mentes para questões femininas e feministas.
O racismo estrutural em “Little Fires Everywhere”
O que vemos em Little Fires Everywhere é como a branquitude esbarra na falta de autocrítica para entender a extensão dos seus privilégios e combater a desconstrução do racismo estrutural.
The Last of Us 2: muito além de uma jornada em busca de vingança
The Last Of Us 2 é mais sobre a dor que nos impede de seguir em frente, que nos cega e nos faz remoer acontecimentos traumáticos.
Ratched: uma protagonista intensa, uma série colorida, um tema obscuro
A série é um prelúdio da história de Mildred Ratched, personagem de “Um estranho no ninho”, filme de 1975. Contada ao bom e velho estilo de Ryan Murphy, trata-se de um thriller psicológico com pitadas de revolução sexual.
Muna: sexualidade e gênero no pop
Muna é uma banda queer formada em 2013 com dois álbuns de estúdio que já fez turnê com Harry Styles. Saiba mais sobre o trio.
“Enola Holmes” e o seu feminismo superficial
Millie Bobby Brown é aventureira e inteligente Enola Holmes, irmã de Sherlock no novo filme da Netflix, que convence como bom entretenimento, mas não sai da camada do feminismo superficial das redes sociais.
“Mulan” (2020) é um espetáculo visual sem substância
Mulan pode ser usado como um estudo para analisar os limites de uma “representatividade” superficial, que parece mais interessada no dinheiro de grupos marginalizados do que em retratá-los fielmente.
