Plots sobre migração, genocídio, crenças religiosas e marginalização social são alguns dos que se apresentam timidamente, como se fossem se tornar algo, mas caem por terra com o foco perdido em construções pouco carismáticas e intrigantes de clichês.
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Livros e quadrinhos LGBTQ+ “impróprios” que o Delirium Nerd aprova
Em tempos onde o afeto entre um casal homossexual é considerado pornografia e a censura escancarada toma proporções assustadoras em nosso país, precisamos cada vez
Bibi Ferreira: a artista de mil e uma facetas
Em tempos sombrios, a sensação é de que não há esperança. Por todo lado percebemos ataques à cultura: a Cinemateca Brasileira é ocupada por militares
Legalidade: a história se repete e a resistência persiste!
Se quisermos entender nosso momento atual, devemos olhar para trás e buscar conhecimento e esclarecimento sobre quem são e quais os interesses que mobilizam uma minoria de pessoas que, através do medo, controlam toda uma sociedade. Apoiar o cinema (nacional) também é uma forma de luta e de defesa da LEGALIDADE!
Os diversos olhares e a importância de ler mais autoras negras
“Olhos que Condenam” ou “Olhos D’água”? Este texto busca trazer uma reflexão sobre a importância de conhecermos mais autoras negras.
Euphoria – 1ª temporada: um estímulo ao diálogo entre gerações
A 1ª temporada de Euphoria traz temas pesados com uma roupagem moderna. Driblando estereótipos, a série vai além do “adolescentes só ficam no celular”.
Mulheres nos Quadrinhos: Nair de Teffé
Bela, pioneira e do bar, Nair de Teffé, nascida na Petrópolis de 1886, transgrediu normas muito além dos lápis e pincéis e fez história!
Manifesto por vilãs que não sejam loucas
É notável a frequência com que mulheres vilãs possuem o estereótipo de loucas e há algumas lições que podem ser aprendidas com isso.
Mulheres nos Quadrinhos: Kate Evans
Kate Evans é feminista, ativista e coleciona diversos prêmios por suas obras, dentre eles John C. Laurence Award, Broken Frontier Award e Orwell Prize.
“Quando me descobri negra” e o processo de se olhar como negra
“Quando me descobri negra” é uma representação contemporânea do perceber negro brasileiro. Uma obra extremamente necessária para a atualidade brasileira.
