15 séries com protagonistas femininas disponíveis na Netflix!

15 séries com protagonistas femininas disponíveis na Netflix!

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Pensando em você que não sabe mais o que assistir na Netflix, criamos uma lista com séries que merecem ser encontradas e podem se transformar numa incrível maratona com começo, meio e fim ou naquela sua nova série predileta que você não perde um episódio e espera pela renovação!

Vale a pena mencionar que utilizamos a necessidade de publicidade ou a dificuldade de serem achadas como critério na hora de montar nossa lista. No total, listamos 15 seriados na esperança que algum deles agrade o seu apetite por entretenimento. Esperamos que gostem!

Greenleaf

Oprah Winfrey é a produtora executiva dessa série que merece muito sua atenção se gosta de um bom drama. “Greenleaf” tem como premissa o clássico retorno de personagem; Grace Greenleaf, vivida por Merle Dandridge, chega em sua cidade natal após a notícia do suicídio de sua irmã. Quando a família se reencontra, chega a hora de ela desmascarar certos membros que viviam em hipocrisia. Com temas relevantes e delicados, a série aborda abuso sexual, corrupção, sexualidade, racismo, religiosidade… A lista continua.

Lembrem-se que Oprah é uma das mulheres mais poderosas do mundo do entretenimento e ativista negra sem nada a temer, ou seja: não há restrições para o que ela pode fazer em sua própria produção, originária do seu próprio canal. Inclusive, ela também compõe o time de atores. O elenco é, em sua grandiosa maioria, negro, assim como a equipe do seu canal, então você não verá a aplicação de estereótipos como acontece em produções lideradas por brancos. A quarta temporada chega agora em agosto no canal de origem.

Palavras-chave: Drama. Religião. Protagonismo negro. Corrupção. Mulheres fortes. LGBT+.
Temporadas: três temporadas completas na Netflix; renovada para a quarta.

Seven Seconds

Imagem: divulgação

Clare-Hope Ashitey lidera como uma detetive investigativa ao mesmo tempo em que Regina King está nesse drama criminal pelo qual ganhou diversos prêmios. A atriz aproveitou o curto espaço da série para nos entregar uma performance envolvente que é o coração central da trama; mas não apenas de Regina King vive “Seven Seconds” e sua protagonista e coadjuvantes conseguem prender atenção e não interromper a continuidade excitante da narrativa.

A história toca em diversos assuntos sérios, como racismo, racismo policial, corrupção policial e relacionamento entre pais e filhos, tudo contado por um roteiro que sabe o que diz e atores muito competentes. Para quem gosta de histórias amarradas e que tocam em temas pesados com seriedade, essa série é uma ótima escolha.

Palavras-chave: Crime. Investigação. Policial. Protagonismo feminino.
Temporadas: apenas uma; finalizada.

Crazy Ex-Girlfriend

Imagem: divulgação

Crazy Ex-Girlfriend” é uma série que todo amante de comédia romântica deveria assistir. Aline Brosh McKenna, roteirista e produtora de “Vestida para casar”, “Compramos um Zoológico” e “O Diabo Veste Prada” juntou-se com Rachel Bloom para dar início ao seriado musical sobre comédia e romance. A protagonista Rebecca é uma mulher cuja vulnerabilidade merece ser apreciada; ela se expõe de maneiras que muitos espectadores podem se relacionar e o prazer de assistir não finda apenas nela, sendo  a série contemplada por um elenco coadjuvante fenomenal. Podemos ainda conferir temas como feminismo, homofobia e a descoberta bissexual em idade mais avançada. Os números musicais são um atrativo fantástico e muito bem elaborados, contribuindo para que “Crazy Ex-Girlfriend” seja obrigatória na lista dos amantes tanto da comédia quanto dos romances e musicais.

Palavras-chave: Musical. Protagonismo feminino. Comédia. Romance. LGBT+.
Temporadas: quatro temporadas disponíveis; finalizada.

The OA

Imagem: divulgação

Uma série para os amantes de ficção científica, sobrenatural e espiritualidade, “The OA” é feita com muita minúcia, cuidado e paixão dos roteiristas e produtores envolvidos. Eles queriam contar uma história sobre humanidade e conexão que fosse atraente mas sem perder o espírito poético para fins comerciais. Brit Marling é produtora, criadora e estrela da série, sendo sua dedicação refletida no produto final. Para aqueles que gostam de um bom mistério, a série também se sustenta; talvez demore um pouco até sentir o clima de maratona, mas quando ele vem, você não consegue parar. Isso é atribuído muito provavelmente ao ritmo mais cuidadoso que o roteiro toma e pode acabar sendo lento para o gosto de alguns. 

Palavras-chave: Sobrenatural. Mistério. Drama. Protagonismo feminino.
Temporadas: duas temporadas completas.

Disque Amiga Para Matar

Imagem: divulgação

Protagonizada por Christina Applegate e Linda Cardellini, “Disque Amiga Para Matar” é uma tradução bem distante do “Morto para mim”, que viria com a tradução literal do nome “Dead To Me”, título originário em inglês. Um seriado que coloca no centro mulheres após os 40 anos, uma faixa etária onde Hollywood costuma ignorar suas atrizes em prol de mulheres mais novas, é um daqueles no qual as personagens guardam segredos e é tão bem orquestrada que você conseguirá devorar todos os episódios um após o outro sem esforço algum.

A narrativa fala sobre mulheres em luto: Jen Harding (Applegate) e Judy Hale (Cardellini) se unindo numa amizade para rever pontos sobre a própria vida e encarar adversidades em temas como menopausa, câncer de mama e questões como aborto e morte. O encontro entre as duas acontece numa terapia coletiva sobre luto. A personalidade delas também contrasta e vai sendo trabalhada mais e mais conforme vamos passando os episódios. Jen e Judy são duas pessoas vulneráveis que ganham um tratamento espetacular ao terem seus pormenores explorados. Christina Applegate foi além e pediu para incluírem na história de sua personagem um caso de dupla mastectomia, algo que ela mesma teve de enfrentar dez anos atrás. 

Palavras-chave: Drama. Thriller. Amizade feminina. Protagonismo feminino. Luto.
Temporadas: uma temporada completa. 

Anne With an E

Imagem: divulgação

Anne With an E” é mais uma adaptação do livro “Anne de Green Gables”, um clássico que já perdura por cem anos na cultura popular. A série da Netflix é um incrível sucesso de críticas e mesmo assim acaba sofrendo ano após ano para ser renovada. Se você procura uma obra fácil de digerir porém com reflexões e temas sérios, belíssima fotografia, atuações sólidas e que provoca uma sensação de conforto após cada episódio, essa devia ser sua próxima série. Anne é uma órfã de infinita imaginação e comportamento muito adiante do seu tempo.

Há uma inserção direta do feminismo na narrativa e ele perdura durante todos os acontecimentos. Outros temas relevantes tomam a cena, como personagens LGBTQ+ tendo de viver uma vida escondida para conseguirem viver o seu amor. Ademais, vemos todo um cerne narrativo centrado no racismo e escrito de modo inteligente e crítico. O norte da história é encontrar aqueles que se pode chamar de família. Família não é apenas sangue, família é coração. 

Palavras-chave: Família encontrada. Feminismo. Afeto. Drama.
Temporadas: duas temporadas completas; terceira se inicia esse ano.

As Telefonistas

Imagem: divulgação

Las Chicas del Cable” se passa em 1928 e tem extremo potencial de maratona. O tempo de projeção passa e você não percebe, grande que é o carisma das personagens principais e os temas abordados. Apesar da época na qual se desenvolve, podemos traçar inúmeros paralelos com os dias atuais. Infelizmente, acabamos por perceber o quanto ainda temos que caminhar quando situações de quase cem anos atrás se repetem com tanta proeminência. No entanto, também veremos os avanços e as dificuldades passadas para a conquista de certos direitos e espaços na sociedade

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Além de temas feministas muito presentes, ainda nos apresenta temáticas LGBTQI+. “As Telefonistas” celebra o laço entre mulheres, colocando a amizade entre as protagonistas como o coração de uma história sobre liberdade, empoderamento, amores e desamores. A série é sobre a humanidade e suas nuances, com um texto que torna tudo palatável e muito fácil de se relacionar. O autoconhecimento dos personagens e sua jornada navegando pela vida e vivenciando a consequência de suas decisões é o ponto forte da trama.

Palavras-chave: Feminismo. Amizade feminina. Drama. Autoconhecimento. LGBT+.
Temporadas: três temporadas completas.

The Bletchley Circle

Imagem: divulgação

The Bletchley Circle” é uma série britânica que retrata a vida de quatro protagonistas femininas cuja trama gira ao redor de sororidade e crime. Todas elas têm de se unir e usar do seu intelecto avançado para desvendar um serial killer na primeira temporada. O ritmo da temporada de abertura é frenético e vai lhe prender bastante, fazendo com que queira descobrir o mistério tanto quanto as personagens. A série criminal se passa na década de 50 e o Bletchley Park realmente existiu, sendo o lugar onde Alan Turing e sua equipe conseguiram grandes feitos. As protagonistas costumavam decifrar códigos militares alemães e foram dispensadas após a vitória na Segunda Guerra Mundial.

Tanto quanto as mulheres que historicamente fizeram parte do Bletchley Park, elas não podem falar sobre suas experiências durante o período lá dentro. No período da guerra, elas compunham uma equipe que foi desfeita ao seu término para se reencontrar nove anos depois – tempo no qual os assassinatos ocorrem. Cada uma delas tem uma “especialidade” que torna tudo mais intrigante: veremos uma especialista em matemática, outra com memória capaz de decorar cenários, imagens, numerações e o que for preciso, a personagem Jean é uma mulher que vive no poder e acesso a documentos importantes e Lucy é especialista em idiomas. Juntas, elas conseguem fazer muito mais do que a polícia local e seu desleixo com a investigação cujas vítimas são… bem, mulheres. Além do excelente ponto principal, veremos subtramas de violência doméstica, abuso psicológico e manipulação masculina que eram tão asfixiantes na década de 50.

Palavras-chave: Crime. Mistério. Investigação. Protagonismo feminino. Violência doméstica.
Temporadas: duas temporadas completas; finalizada.

Chambers

Imagem: divulgação

Chambers” é uma produção de terror e mistério da Netflix de 2018 com um elenco encabeçado por Uma Thurman e Tony Goldwin. No entanto, eles não são os personagens principais. A história fala sobre a vida de Sasha Yazzie, interpretada por Silvan Arya Rose. Sasha sofre um ataque cardíaco no exato momento onde outra garota vem a falecer, Becky Lefevre, e, por consequência, acaba tendo o coração transplantado para a jovem vítima do problema cardíaco. Desde esse episódio, Sasha começa a perceber que talvez não seja mais a mesma pessoa que costumava ser.

A série traz uma ambientação de nativos americanos que é extremamente rara em séries ou filmes nos Estados Unidos e aqui não acontece de modo pejorativo. Existe a questão do estranhamento e preconceito local, mas dentro do texto os personagens nativos vivem suas próprias crenças e não sofrem desrespeito da produção, havendo um elemento de representatividade. Ele também se introduz na questão de classes sociais: entre Sasha e os Lefevre há uma disparidade social e econômica que fica bem presente durante os dez episódios. No quesito terror, vemos a trama se desenvolver lentamente e de modo bem visual. Dica: ao assistir “Chambers“, tente fazê-lo em ambiente silencioso e de noite – será uma experiência muito melhor aproveitada. 

Palavras-chave: Terror. Sobrenatural. Culto. Protagonismo feminino. Mistério. Representatividade.
Temporadas: uma temporada.

Gatunas

Imagem: divulgação

Gatunas” é liderado por Elodie (Brianna Hildebrand), Moe (Kiana Madeira) e Tabitha (Quintessa Swindell). As três são jovens shoplifters cujo hábito do furto é o que as une; é uma trama adolescente de drama que fala sobre amizade e descobrimento, mas não teve o mesmo holofote de “Sex Education” (que, aliás, merece muito ser assistida). O diferencial é o enfoque na trindade feminina e o abismo que existe da vida de uma para da outra. Todo esse contraste é bem gostoso de ser assistido e a série consegue manter um tom leve que adiciona muitos pontos para o “fator maratona”.

A leveza aqui pode ser interpretada como clichê, mas nada que prejudique caso esteja procurando uma série sobre amizade feminina ou algo tranquilo para ver quando não quiser nada muito pesado e sua intenção for distrair e passar bem o tempo.

Palavras-chave: Drama. Adolescentes. Amizade feminina. Cleptomania. LGBT+.
Temporadas: uma temporada.

Collateral

Imagem: divulgação

Minissérie da BBC britânica que fala sobre a questão racial na Inglaterra, em “Collateral” Carey Mulligan lidera a trama de investigação policial durante as quatro horas de projeção. O que começa como uma morte que parece dentro dos padrões acaba escalando para uma trama de conspiração que envolve ainda outras atrizes famosas: Billie Piper e Nicola Walker fazem parte do projeto. A trama é de grande relevância atual por falar sobre imigração na Europa de maneira direta e sem medo de o fazer. Existe toda uma dura crítica contra os discursos inflamados dos políticos que pregam a segregação dos imigrantes e o bloqueio do país, assim como aborda o modo como eles são tratados por parte da população inglesa.

A crítica não acontece em falas clichês ou discursos monótonos, mas sim durante o desenrolar dos episódios que são excelentes para quem ama a jornada investigativa. As quatro horas são bem distribuídas entre dramas pessoais que não engolem a trama principal, política, e muita adrenalina. Existe uma urgência em descobrir o próximo passo, o que acontecerá em seguida. Uma série inteligente na qual a maioria dos pontos de vista é feminino e anda em tons de cinza, onde tudo tem uma razão e nada é jogado por acaso.

Palavras-chave: Investigação. Criminal. Detetive. Conspiração. Política. Imigração. Protagonismo feminino.
Temporadas: uma temporada; finalizada.

Fallet

Imagem: divulgação

Fallet” é uma produção sueca que divide-se entre dois protagonistas: Sophie Borg (Lisa Henni) e Tom Brown (Adam Godley). É uma série que pode ser considerada uma sátira criminal devido ao seu flerte com o absurdo, perfeita para quem gosta de comédias europeias e uma ambientação distante dos Estados Unidos. Os protagonistas são deslocados para uma cidadezinha onde seus dons como detetives acabam sendo muito melhor utilizados do que nas suas cidades de origem, onde são considerados um desastre completo e acabaram sendo rebaixados.

Sua missão é desvendar um assassinato, mas os percalços no caminho acabam provocando o riso – muito disso também por conta do talento de seus atores principais. Tendo apenas uma temporada, “Fallet” é ideal para assistir um episódio atrás do outro caso você goste do tom da série – uma daquelas bem escondidas no catálogo da Netflix, mas que vale a pena ser encontrada!

Palavras-chave: Crime. Detetive. Comédia. Sátira.
Temporadas: uma temporada.

Deadwind

Imagem: divulgação

Mais uma do catálogo de criminais europeus, dessa vez direto da Finlândia. “Deadwind” é contada através da detetive Sofia Karppi (Pihla Viitala). Seu objetivo é encontrar o responsável pelo assassinato de outra mulher enquanto assiste sua vida se despedaçando por conta da morte ainda bem recente do seu marido. Existe toda uma questão de luto e de como uma mãe tem de lidar com a solidão na criação de seus filhos enquanto uma profissional altamente dedicada – uma criança de oito anos e sua enteada de 17. O que poderia ser mais um clichê investigativo qualquer acaba tornando-se uma excelente série de detetive por balancear atuações fortes, cenários incríveis, uma protagonista cativante e coadjuvantes envolventes.

Cada episódio nos entrega uma sensação de saber a solução do caso, mas nada é tão simples quanto parece. Para quem ama uma investigação detalhada e crimes com desdobramentos trabalhados com esmero, essa pode ser uma ótima oportunidade. 

Palavras-chave: Crime. Investigação. Assassinato. Conspiração. Protagonismo feminino.
Temporadas: uma temporada.

Great News

Imagem: divulgação

Great News” é uma sitcom moderna que fala sobre os bastidores de um jornal. Para quem não gostar dos primeiros episódios, não se preocupe, a série demora uns episódios para encontrar o tom, mas o faz ainda no começo da primeira temporada. É dos produtores de “30 Rock” e provoca reflexões sobre o jornalismo atual, sendo um diálogo bem moderno sobre o formato de notícias presente. A série já foi finalizada com duas temporadas após um cancelamento, mas a Netflix dispõe seus episódios para uma boa maratona.

É uma sitcom inteligente, repleta de personagens femininas e temas relevantes retratados em conversas bem construídas nas quais há inclusive um relacionamento entre mãe e filha feito de forma bem pensada e onde a mãe carrega os melhores momentos da série – sendo interpretada por Andrea Martin (“Casamento Grego”), fica fácil descobrir o motivo. Seu timing de comédia é muito bom e a série não merecia um cancelamento tão cedo, porém sua finalização, assim como da maioria das sitcoms, acaba sendo conclusiva e faz valer a pena uma maratona ou assistir naqueles momentos onde se precisa de algo para desligar a cabeça. 

Palavras-chave: Sitcom. Comédia. Protagonismo feminino. Jornalismo. Contemporâneo.
Temporadas: duas temporadas; finalizada.

Marcella

Imagem: divulgação

Marcella” tem como pano de fundo o cenário de investigação britânico e é estrelado por Anna Friel. A protagonista da série é uma investigadora passando por um período conturbado na vida pessoal e que de repente se vê envolvida numa trama na qual não pode confiar nem nas próprias memórias.

A primeira temporada sofre da síndrome de muitos personagens, o que pode ser um pouco desgastante, mas a segunda oferece uma evolução nesse sentido e o clima de paranoia e conspiração atinge seu ápice. “Marcella” é indicada para os amantes de séries envolvendo mistérios criminais e protagonista com ponto de vista nada confiável, mas que desafia o estereótipo da detetive desequilibrada, ou para aqueles que gostam de consumir seriados de investigação repletos de cliffhangers e teorias.

Palavras-chave: Crime. Investigação. Paranoia. Depressão. Protagonismo feminino.
Temporadas: duas temporadas; terceira confirmada.

SÉRIE BÔNUS (e obrigatória)

Dear White People

Imagem: divulgação

Cara Gente Branca” é um seriado necessário em diversos pontos: para os amantes de diálogos afiados, política, mistério, drama, romance e temas atuais. Todos os atores do núcleo principal e anexos são cativantes e existe o fator carisma presente em todos seus núcleos. O cenário da obra é protagonizado por um elenco predominantemente negro e traz consigo temáticas raciais de muita relevância sem rodeios, que coloca o dedo na ferida de racistas e levanta outras narrativas pessoais e dramáticas com uma caracterização que sabe o que está fazendo. 

Dear White People” carrega ainda um sarcasmo inteligente constante mesclado com tramas intimistas retratados por um elenco excepcional que se sustenta tanto na primeira como na segunda temporada e nos deixa em puro estado de ansiedade esperando pela terceira. A categoria da série é tamanha que temos diretores que vão desde Tina Mabry (“Mississipi Damned”) até o vencedor do Oscar, Barry Jenkins (“Moonlight“).

Aproveite a dica e vá maratonar, porque ela volta no começo de agosto, na Netflix!

GIF: reprodução

Edição realizada por Gabriela Prado.


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Escrevo onde meu coração me leva. Apaixonada pelo poder das palavras, tentando conquistar meu espaço nesse mundo, uma frase de cada vez.
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