Estou pensando em acabar com tudo, de Charlie Kaufman, foi lançado este ano na Netflix e logo deu o que falar. Assim como seu título
Categoria: CINEMA
A imagem da bruxa ao longo do cinema
Ao longo dos anos, o cinema reforçou a representação da bruxa associada à figura da mulher. Porém, essa imagem vem sendo contestada.
Blame! e o apocalipse da memória coletiva
O cenário do mangá cyberpunk recém-adaptado Blame! evoca uma mistura de Matrix com Blade Runner: um mundo distópico, sombrio e insalubre.
Mulheres na História do Cinema: Ida Lupino
Seus filmes apresentam uma ferrenha crítica à sociedade da época e expõem a opressão estrutural sustentada por papéis de gênero.
“Enola Holmes” e o seu feminismo superficial
Millie Bobby Brown é aventureira e inteligente Enola Holmes, irmã de Sherlock no novo filme da Netflix, que convence como bom entretenimento, mas não sai da camada do feminismo superficial das redes sociais.
“Mulan” (2020) é um espetáculo visual sem substância
Mulan pode ser usado como um estudo para analisar os limites de uma “representatividade” superficial, que parece mais interessada no dinheiro de grupos marginalizados do que em retratá-los fielmente.
A delicada retratação do suicídio em obras cinematográficas
Uma análise crítica sobre alguns filmes que abordam suicídio, desde uma forma sensível à ridicularizada, e algumas informações sobre o tema.
Diretoras Japonesas: protagonismo feminino e cotidianidade
Conheça algumas diretoras japonesas que colocam a mulher como destaque em suas obras e abordam temas do cotidiano.
Antonia – Uma Sinfonia: biografia de uma das primeiras maestrinas da história
Imigrante holandesa, Antonia Brico foi uma das primeiras mulheres a reger uma orquestra erudita no mundo.
A Marie Curie de “Radioactive” e “A ridícula ideia de nunca mais te ver”
Uma análise da cientista Marie Curie em “A ridícula ideia de nunca mais te ver”, de Rosa Montero, e “Radioactive”, filme de Marjane Satrapi
