Os melhores filmes de 2022

Os melhores filmes de 2022

Filmes que exploraram temas como solidão, isolamento, saúde mental, memórias, alienígenas, histórias sobre kingas, super-heróis e personagens femininas que marcaram o cinema do horror contemporâneo, confira a nossa curadoria sobre os melhores filmes de 2022!

Aloners

Aloners, de Hong Sung-eun, inaugura a lista melhores filmes de 2022.
Aloners inaugura a lista melhores filmes de 2022. | Imagem: Mubi / Divulgação
Escolhido por Isabelle Simões

Disponível na Mubi, Aloners, a estreia da diretora sul-coreana Hong Sung-eun, lembra o longa Microhabitat (2017), da diretora também sul-coreana, Jeon Go-woon. Solidão e isolamento nos tempos atuais são os principais temas explorados pela narrativa. 

O filme nos apresenta o cotidiano de Jina (Gong Seung-yeon), que trabalha com atendimento telefônico numa empresa de cartões de crédito. Funcionária exemplar e super produtiva no trabalho, a vida pessoal da protagonista é desprovida de qualquer tipo de conexão afetiva.

No entanto, sua rotina muda completamente quando é obrigada a treinar uma nova funcionária na empresa. Toda a blindagem afetiva construída é quebrada lentamente por pequenos acontecimentos da história. Dessa maneira, o longa nos apresenta uma crítica à mecanização do trabalho e os seus efeitos nas esferas individuais da era atual.

Aftersun

Aftersun, de Charlotte Wells, é um dos melhores filmes do ano.
Aftersun é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Mubi / Divulgação
Escolhido por Isabelle Simões

Disponível nos cinemas desde o dia 01 de dezembro, além de estreia marcada na Mubi para o dia 06 de janeiro, Aftersun marca a estreia da diretora escocesa Charlotte Wells.

O longa nos apresenta as férias da jovem Sophie, interpretada pela carismática e talentosa Frankie Corio, com o seu pai, Calum (Paul Mescal). Sophie utiliza uma câmera para registrar a viagem com o pai, com quem parece ter tido pouca convivência. No decorrer da trama também presenciamos a versão adulta de Sophie, que assiste as filmagens da viagem e reflete sobre a sua versão jovem e a figura paterna.

A diretora, que também assina o roteiro, emociona ao abordar a depressão de um jovem pai pelo olhar sensível da filha. A melancolia inunda a trama lentamente e as mãos inquietantes do pai – que são apaziguadas por cenas como trançar os cabelos da filha -, retratam a luta diária com a doença e o seu amor pela filha.

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Aftersun é uma obra sobre a construção de memórias afetivas na infância. Sobre a maneira que o presente é conduzido quando o êxtase dos momentos felizes acaba. Mas, principalmente, sobre como cada um lida com o vazio carregado em diferentes períodos da vida adulta.

Fresh

Fresh, de Mimi Cave, é um dos melhores filmes de 2022.
A estreia da diretora Mimi Cave é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Isabelle Simões

Disponível no streaming Star+, Fresh marca a estreia da diretora estadunidense Mimi Cave. O longa nos apresenta os encontros malsucedidos de Noa (Daisy Edgar-Jones). Desiludida com os aplicativos de encontros, durante uma ida ao supermercado, ela conhece um homem que parece ser o extremo oposto de suas experiências passadas: Steve (Sebastian Stan) é gentil, charmoso e tem um interesse genuíno por ela. Dessa maneira, a personagem parece criar uma conexão imediata e ambos começam a sair e se divertir. 

Porém, o clima Harry and Sally não dura muito tempo. A comédia romântica logo é transformada num thriller sobre canibalismo. Dessa maneira, a cineasta apresenta um novo olhar sobre a violência feminina como recurso narrativo. Em Fresh, não temos ângulos ou cenas que buscam fetichizar ou banalizar atos violentos, pelo contrário. O filme faz uma alusão à exploração do corpo feminino, além de refletir como as mulheres estão sempre expostas a comportamentos tóxicos de homens.

Mais do que apenas uma história sobre canibalismo, o longa expõe como o sofrimento feminino é um alimento para muitos homens. Seja através da exploração do corpo feminino na pornografia, ou mediante uma cultura que se beneficia do medo e da violência feminina para produzir um entretenimento irresponsável e misógino.

Leia também >> Fresh: canibalismo e mercantilização do corpo feminino à mesa

X – A Marca da Morte (2022)

X - A Marca da Morte, que inaugura a trilogia de Ti West, é um dos melhores filmes de 2022.
X – A Marca da Morte é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Aline Lauxen

Com a brilhante Mia Goth, provando mais uma vez seu status de nova garota favorita do terror, X – A Marca da Morte inicia a trilogia de Ti West da melhor forma: mostrando que o subgênero do slasher ainda tem muito fôlego e possibilidade de trazer novidades enquanto ainda traz familiaridade e nostalgia.

Com uma trama ousada e personagens nada usuais em filmes de terror, o filme nos entretém com ótimas cenas de morte e uma tensão crescente que deixa os nossos olhos grudados na tela o tempo todo.

Além de ser engraçado, é um filme que ficará com você muito tempo após a sessão. A direção de West é feliz em nos lembrar de clássicos do gênero enquanto cria cenas memoráveis. Assistir X – A Marca da Morte é presenciar um novo clássico surgindo.

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Não! Não olhe! (2022)

"Não! Não olhe!" é um dos melhores filmes de 2022.
O novo longa de Jordan Peele é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Denise Maria

As obras de Jordan Peele clamam para serem analisadas de forma mais intensa, pois estão sempre recheadas de referências de cunho histórico, cultural e político. Essas características se mantêm em seu terceiro longa-metragem: Não! Não Olhe!.

Como bom cinéfilo e fã de filmes de clássicos do horror, Peele traz como plot principal a sua excelente versão de algo que já vimos em muitas obras do gênero: um grupo de jovens tentando se livrar de um ameaça alienígena.

O filme conta com o protagonismo de Daniel Kaluuya e Keke Palmer, que interpretam os irmãos OJ e Emerald. Juntos, os dois embarcam em uma missão, na qual decidem fazer registros que comprovem uma existência extraterrestre. 

Há uma tentativa não só de melhorarem sua situação financeira, mas também de deixarem sua marca na história. Sendo aí uma possível crítica ao fato de pesquisadores, ativistas e historiadores negros e negras terem sidos excluídos da oportunidade de preservarem suas próprias histórias.

Pantera Negra – Wakanda Para Sempre (2022)

Pantera Negra - Wakanda Para Sempre

Escolhido por Denise Maria

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, de Ryan Coogler, se inclina sobre o processo do luto. Devido a precoce e repentina passagem de Chadwick Boseman, dar uma sequência sem o ator foi algo muito doloroso, por isso trabalhar o luto na história era essencial.

Apesar do filme não funcionar muito bem em alguns momentos, além de se perder um pouco no roteiro, o núcleo emocional é trabalhado de forma excelente. A falta de T’Challa é sentida durante todo o tempo, em especial por sua irmã Shuri (Letitia Wright).

Com uma Wakanda agora comandada por mulheres, a rainha Ramonda (Angela Basset) assume o trono do reino e ganha as espectadoras com sua determinação, assim como Danai Gurira, que interpreta a general Okoye e que apresenta algumas das cenas mais potentes do filme.

Predador: a Caçada (2022)

Predador: a Caçada (2022)
Foto: David Bukach/20th Century Studios (reprodução)
Escolhido por Denise Maria

No mais recente filme da franquia Predador, um alienígena pousa na Terra em território Comanche. Predador: A Caçada, de Dan Trachtenberg, tem o desenrolar de sua narrativa no ano de 1719 nas Grandes Planícies do Norte do país, que futuramente viria a ser os EUA. A história se concentra na caçadora Comanche Naru (Amber Midthunder), que é o tempo todo desincentivada de se tornar uma guerreira, pelo fato de ser mulher.

Enquanto assistimos ao filme, observamos todos os esforços de Naru para matar o Predador e salvar sua família. Aos poucos, notamos o crescimento da protagonista como guerreira, que cada vez mais confia em si mesma e em seus instintos, mesmo quando ninguém fica ao seu lado. Isso faz com que fiquemos cada vez mais ansiosas por sua luta contra o Predador.

Predador: A Caçada é um filme é violento e sangrento, contudo, exibe batalhas emocionantes e intensas. Outro ponto interessante é que há uma maior preocupação na representação da cultura Comanche, que não é simplesmente exposta através de estereótipos indígenas. Inclusive, há uma dublagem do filme no idioma Comanche, que pode ser selecionado quando a espectadora assistir.  

A Mulher Rei (2022)

Mulher Rei (2022) é um dos melhores filmes do ano.
Mulher Rei é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Denise Maria

A Mulher Rei, de Gina Prince-Bythewood, é o tipo de história épica que há muito tempo não era trazida para o audiovisual. Contando com um elenco magnífico, composto majoritariamente por mulheres negras, é uma obra que alcança a originalidade em diversos pontos. Gina consegue revitalizar o tipo de linguagem cinematográfica direcionada aos filmes de ação. O resultado? Uma abordagem empoderada e feminista.

A obra é levemente inspirada em eventos históricos reais e se passa no reino de Daomé, localizado na África Ocidental, considerado um dos estados mais importantes e poderosos entre os séculos XVIII e XIX. 

Em A Mulher Rei conhecemos as Agojie, uma unidade composta apenas por mulheres guerreiras, responsáveis por proteger Daomé e o Rei Ghezo (Jonh Boyega). Elas são lideradas pela fantástica general Nanisca, que ganha vida através de uma formidável atuação de Viola Davis. As Agojie, inclusive, serviram de inspiração para as Dora Milaje, o exército também composto por mulheres e responsável por defender Wakanda nos filmes de Pantera Negra.

The House (2022)

The House (2022), da Netflix.

Escolhido por Elisa Guimarães

The House é um filme de terror. Ou, então, é um drama pessoal aterrador. Ou, ainda, é uma fábula sobre os perigos de se agarrar com força demais ao passado. Ou, quem sabe, uma fantasia surrealista com mais do que alguns toques de horror. Talvez a melhor forma de descrever The House ainda não exista, mas a antologia em stop-motion da Netflix é, sem sombra de dúvida, um dos melhores filmes lançados em 2022. 

Dividido em três capítulos, cada um mais inquietante do que o outro, o filme traz um conjunto de histórias ligadas apenas pelo cenário: um casarão resistente à passagem do tempo, mas pouco afeito aos seus moradores.

Com cenas genuinamente perturbadoras, um final acalentador e um trabalho de animação de colocar muita coisa grande no chinelo, é uma pena que The House tenha ficado perdido no tsunami de lançamentos da plataforma de streaming. O bom é que quem não viu no começo do ano ainda pode ver agora.

Tudo em todo lugar ao mesmo tempo (2022)

"Tudo em todo lugar ao mesmo tempo" é um dos melhores filmes de 2022.

Escolhido por Bia Montenegro

A temática de Tudo em todo lugar ao mesmo tempo, filme produzido pela A24, é familiar: multiverso, lutas, vilões. As escolhas criativas e narrativas, no entanto, são deliciosamente diferentes: a protagonista é uma mãe de família e imigrante chinesa (Michelle Yeoh), a estética e vestuários são um show por si só, além de trazer uma história sem explicações excessivas ou confusas. O roteiro, dessa forma, equilibra muito bem o humor, a emoção e a narrativa visual, pegando temas que já conhecemos e tratando de outras formas.

Red: Crescer É Uma Fera (2022)

"Red: Crescer É Uma Fera" é um dos melhores filmes de 2022.

Escolhido por Milena Machado 

Red: Crescer É Uma Fera se tornou um sucesso instantâneo da Disney Pixar desde seu lançamento. Nessa animação expressiva e eletrizante, somos apresentados à Meilin Lee, uma garota sino-canadense de 13 anos, que tenta sobreviver aos dilemas da pré-adolescência enquanto tenta agradar sua mãe controladora.

A diretora Domee Shi, que também é sino-canadense, colocou em seu primeiro longa-metragem o mesmo dilema de controle parental já abordado em sua primeira obra, o fofo Bao (2018), ganhador do Oscar de melhor curta-metragem de animação. Shi, portanto, aborda essa questão sempre de forma delicada, conseguindo nos transmitir a torrente de sentimentos que envolvem a difícil tarefa de crescer e nos desvencilhar do controle dos nossos pais.

Além das questões da adolescência, Mei ainda tem que lidar com a tarefa de conciliar suas tradições familiares orientais ao mesmo tempo em que vive na parte ocidental do mundo. E todo esse turbilhão de emoções acaba por transformá-la em um gigante panda vermelho, “maldição” herdada pelas mulheres de sua família. 

*AVISO DE SPOILER* No final do filme, Meilin Lee decide ir contra a tradição e manter seu panda interior, que para ela não significa mais uma maldição, mas um encontro consigo mesma. *FIM DO SPOILER*

The Batman (2022)

The Batman (2022) é um dos melhores filmes do ano.
The Batman é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Laís Fernandes

A estreia de The Batman, dirigido por Matt Reeves, causou muito furor e expectativas entre os fãs do Homem-Morcego: Bruce Wayne, interpretado no longa por Robert Pattinson, volta mais jovem e mais sombrio para encarar toda a podridão de Gotham City, que agora é atormentada pelos ataques do Charada (Paul Dano), vilão sorrateiro que não mede esforços para que seus assassinatos cruéis chamem a atenção do super-herói. 

Ao lado da também jovem Selina Kyle (Zoë Kravitz), que está em busca de uma amiga desaparecida, Batman terá de enfrentar os problemas de sua cidade natal enquanto continua sendo atormentado por seus demônios interiores. Sobretudo pela morte precoce dos pais e uma inesperada reviravolta em sua história, em um noir digno de todos os elogios da crítica.

The Batman tem quase três horas de duração, mas passa rápido por ser dinâmico e repleto de cenas de ação de tirar o fôlego. Ao contrário do que muitos haters presumiam, Pattinson prometeu e entregou um personagem ainda melhor do que as nossas expectativas, cheio de camadas e que sabe conversar com o público mesmo dentro de sua própria solidão e sobriedade. Um filme memorável, visceral e que conversa com as mazelas do mundo atual.

O Telefone Preto (2022)

O Telefone Preto

Escolhido por Tessa Olivier

Adaptado de um dos contos de Joe Hill (o filho do aclamado autor Stephen King) de mesmo nome, o enredo de O Telefone Preto nos conta a história de Finn Shaw (Mason Thames), um garoto que é sequestrado por um Maníaco (Ethan Hawke) que o prende em um calabouço, onde prendeu e torturou outros garotos antes de Finn. Neste lugar, há um misterioso telefone preto, no qual o garoto recebe ligações das vítimas anteriores do vilão.

Scott Derrickson, o diretor do filme, soube muito bem captar a atmosfera do conto de Hill, além de incrementar a história sem sair do tom. A atuação de Hawke como o Maníaco está espetacular, o personagem é realmente assustador e todas as suas cenas passam tensão. 

O Maníaco recebe outra roupagem e personalidade no filme, porém, consegue ser melhor até do que o do conto. Afinal, o Ethan Hawke consegue transparecer o quanto o vilão é louco, sádico e ameaçador. Filme tenso!

Pearl (2022)

Pearl (2022) é um dos melhores filmes do ano.
Pearl é um dos melhores filmes de 2022. | Imagem: Divulgação
Escolhido por Juliana Trevisan

O prequel de X – A Marca da Morte, lançado com o subtítulo An X-traordinary Origin Story (Uma História Extraordinária de Origem, com uma brincadeira na grafia de “extraordinário” para remeter ao filme X), nos leva para 1918, em uma fazenda no interior do Texas, onde conhecemos uma protagonista obcecada em se tornar uma estrela do cinema. 

Roteirizado por Mia Goth e Ti West, Pearl tem inspirações de O Massacre da Serra Elétrica (1974), obras do italiano Mario Bava, além de referenciar inclusive as produções da Disney, refletindo o modo como o cinema influencia a vida das pessoas. 

Pearl traz uma atuação impecável de Mia Goth. A personagem brinca com a ideia do que é preciso para se tornar uma estrela de cinema, ao mesmo tempo que toca em alguns pontos sensíveis, como reações a respostas negativas de outras pessoas nesse universo tão complexo que é o das artes.

É um slasher impressionante, que faz bom uso de recursos visuais, da performance do elenco e da própria ambientação.

Racionais MC’s: Das Ruas de São Paulo pro Mundo (2022)

Racionais MC's: das ruas de São Paulo pro mundo

Escolhido por Juliana Trevisan

Racionais MC’s: Das Ruas de São Paulo pro Mundo é um documentário dirigido por Juliana Vicente. Lançado pela Netflix, é um filme obrigatório para quem gosta de música e cultura nacional. O longa traz a história do maior grupo de rap do Brasil, desde a formação até o hiato que precisaram fazer e a volta triunfal que temos hoje.

Cheio de imagens inéditas, restauradas de modo incrível, Juliana faz um trabalho sensível e preciso ao nos apresentar a trajetória e as influências de Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock. Além disso, também podemos ver a importância da empresária do grupo, Eliane Dias, na tomada de decisões cruciais como a pausa e as negociações para shows de graças nas ruas de São Paulo.

Racionais MC’s: Das Ruas de São Paulo pro Mundo é inspirador e mostra efetivamente o poder da música.

Marcel the Shell with Shoes On (2022)

Marcel the Shell with Shoes On

Escolhido por Juliana Trevisan

Marcel the Shell with Shoes On é um pseudodocumentário produzido pela A24 e dirigido por Dean Fleischer-Camp, que também atua no longa. Marcel, uma concha que vestes sapatos e tem um olho só, vive com sua avó em uma casa. Transformada em um Airbnb, toda sua comunidade foi levada de modo repentino quando os antigos donos se separaram.

Diante das adaptações necessárias para continuar a vida, surge Dean, um hóspede que decide documentar a rotina de Marcel e publicar online. Os vídeos tomam um proporção gigantesca e Marcel se torna um fenômeno da internet, envolvendo outras pessoas na busca por sua família.

A premissa parece simples, mas o que coloca Marcel the Shell with Shoes On na lista dos melhores do ano é a forma como a história é contada. Desde a voz da Jenny Slate como Marcel, até os ângulos da câmera sempre baixos, a leveza do drama faz com que você se debulhe em lágrimas, mas sem perder a esperança na vida.

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