Toni Morrison nasceu em 1931, em Ohio. Foi uma escritora premiada, editora, professora e a primeira mulher negra a receber o Prêmio Nobel.
Categoria: FEMINISMO
The Mandalorian e a potência das mulheres: o lado empoderado da força
The Mandalorian consegue ser encantador não só por causa do Baby Yoda, mas também porque consegue trazer personagens femininas empoderadas.
“Eu nunca…” – 2ª temporada: a volta da adolescente probleminha mais amada
A segunda temporada de “Eu Nunca…” consegue segurar todos os pratos que se propõe sob a liderança de uma protagonista brilhante. A série retrata luto, ancestralidade, identidade, relacionamento abusivo, movimento queer, machismo e transtorno alimentar.
O ecofeminismo em “Princesa Mononoke”
“Princesa Mononoke” apresenta um espetáculo de reflexões e metáforas, especialmente sobre o que pode ser chamado de “ecofeminismo”.
Meu corpo, Minha casa: uma jornada de volta à própria pele
Em “Meu corpo, Minha casa”, a poeta Rupi Kaur empreende uma jornada de reencontro consigo mesma: seu corpo, suas fragilidades e sua força.
WandaVision – 1×05: On a Very Special Episode…
O quinto episódio de WandaVision tomou a internet de assalto, com revelações e o retorno de uma personagem bastante conhecida do público.
“Garota, mulher, outras” e a pluralidade do que é o ser mulher
Houve uma certa ansiedade para que o mais novo livro de Bernardine Evaristo fosse traduzido para o Brasil. Além de no ano passado Garota, Mulher,
Coisas que não quero saber: a voz da mulher-sujeito na escrita
Coisas que não quero saber”” é um livro autobiográfico de Deborah Levy em resposta ao ensaio “Por Que Escrevo”, de George Orwell.
“Bom dia, Verônica” e a misoginia estrutural brasileira
No dia primeiro de outubro a Netflix disponibilizou os oito episódios da série de suspense policial: Bom dia, Verônica. Com roteiro adaptado do livro de
“Enola Holmes” e o seu feminismo superficial
Millie Bobby Brown é aventureira e inteligente Enola Holmes, irmã de Sherlock no novo filme da Netflix, que convence como bom entretenimento, mas não sai da camada do feminismo superficial das redes sociais.







